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Segunda-feira, Junho 30, 2003
Sobre a Pesquisa Experimental

A pesquisa científica, independente do método utilizado, é essencial para o desenvolvimento das teorias e técnicas relativas ao conhecimento humano sobre os mais diversos objetos de estudo. É também um complemento à prática da ciência, e um meio para o amadurecimento das idéias e do próprio sujeito do conhecimento.
O grande paradigma das ciências, em nossa época contemporânea, é a discussão em torno do método utilizado para as ciências naturais e humanas. Há um questionamento sobre a possibilidade da utilização de um único método - como sugere o positivismo - para estes dois pólos do conhecimento científico (o das ciências naturais e o das ciências humanas). Atualmente, há uma tendência de que cada ciência estabeleça um método particular para o estudo de determinado objeto.
Voltando às pesquisas científicas, são necessárias fontes de informação para que aquelas sejam realizadas. Estas fontes podem ser originadas da observação; do testemunho oral de "pessoas presentes em eventos"; da documentação encontrada em bibliotecas ou acervos especializados.
Entre outros métodos utilizados na pesquisa científica, o método experimental - surgido no contexto do positivismo - é bastante utilizado na psicologia contemporânea. Este método é baseado na experimentação, a partir de uma observação sistematizada do fenômeno em estudo, a fim de constatar (ou não) a veracidade de uma hipótese pré-estabelecida, isto é, utiliza-se um processo lógico-indutivo e hipotético-dedutivo para se chegar às leis gerais de um determinado fenômeno apresentado. Como em todo processo científico, é necessário que o cientista siga corretamente as premissas do método e se abstenha o máximo de qualquer julgamento preconceituoso ou "subjetividade passional" que venha influenciar negativamente na pesquisa. De fato, é bastante questionável, hoje em dia, a existência desta neutralidade científica, pois se está em jogo vários fatores contextuais, tais como a posição política, social e econômica do sujeito e suas relações materiais e históricas com o mundo em que vive. Estas e outras críticas foram feitas ao método experimental, mostrando as suas limitações, confluências e oposições.
Carlos Lyra | 01:22 | Deixe seu comentário |
Domingo, Junho 29, 2003

pais denorex

O soldado assustado com a pulga atrás da orelha morde o pasquim de Ziraldo. Abençoando o filho que sofre de transtornos psicológicos, e dorme com o ursinho "ping -pong"... o soldado esquisito come alfaces no pino do meio dia com sua boca de coices...(e o desespero do vento, na tarde de abril avexa o silêncio). O silêncio estremecendo o destino que acena às pombinhas do parque, apavora. O soldado continua sua fuga através do dia. Corre. Reza e cospe na lata de plástico cheio de catarros. A madrugada vai chegar. Novamente, as estrelas líquidas da noite sacode os cabelos. A lua rasga a fraldinha e engoma a gravata marrom, do soldadinho de chumbo. Dorme inquieta, aluada, a lua, naquele silêncio de Horoxima... O soldado olha o sonho. O sonho pisca pra ele, de leve, pra não acordar o anjo confuso que dorme definhando: seu filho maluco! Depois que o sol se levanta, de manhã, as pestanas do gato da criança ri, sua cócega é venenosa e ridícula, mais o gato não se incomoda com o olhar de trancoso do seu receptor abestalhado. Hora de viver. O sol é dado perceber as últimas penumbras da aquarela do brasil. Um brasil com Z, com $, com metade amputada de sua vergonha. A vida é uma latinha de cerveja. A vida é um taquinho de merda, uma pernada de coelho, de avestruz ou do diabo com diarréia às 4 horas da tarde na caatinga, sem papel higiênico. O coração dorme segredos. O coração roça a chave do céu. O coração reza a oração dos soldados esburacados de guerra. O soldado é um homem. O homem é um soldado. O sol é dado a todos numa sombrinha de agosto depois que a puta lhe pariu um país bombril. Um país denorex.

Fanka | 22:49 | Deixe seu comentário |
Sexta-feira, Junho 27, 2003
Se7e dias na semana. Se7e vidas de um gato. Se7e crimes capitais. Se7e cacetadas na cabeça do trombadinha...

Este texto é baseado em uma história real.

Filmes baseados em fatos reais quase sempre distorcem a verdadeira história em que foi baseada. Esperando encantar seu público, os diretores americanos costumam sempre mostrar a "sua versão" da história, quando simplesmente a verdade é mais interessante.

Mas a verdade não interessa. Vamos contar uma estória mais envolvente, em que o orgulho (idiota) americano esteja presente, que nos faça rir, que nos faça chorar, mesmo que fujamos do que realmente aconteceu.

E é isso o que acontece. Com seu poderoso marketing de divulgar seus filmes, Hollywood o usa para mostrar filmes baseados em histórias reais, mas que distorce para que os americanos pareçam indefesos, leais, honrados, humildes e heróis. Assim aconteceu com O Patriota, onde famílias americanas eram executadas por brutais ingleses; assim aconteceu em Pearl Harbor, quando os maldosos japoneses atacam a base americana (como se justificasse o uso da bomba A contra os japoneses); também acontecendo em U-571 onde um submarino americano captura uma máquina para decifrar o código nazista. Só que na verdade, os ingleses é que conseguirar realizar o fato.

Estes são apenas uns exemplos de filmes que foram bem recebidos pelo público da terra de Tio Sam, como é fácil saber o porquê. E como é de costume, recebem algumas indicações para o Oscar e não é incomum quando seus criadores levam estatuetas para casa.

Não basta ser baseado em uma história real. Tem que ser adaptado, por que a vida real é estúpida, é chata, sem ação, sem romance, sem graça e sem público. Tem que ser adaptado, e de preferência para mostrar as boas qualidades dos americanos. Sua força, sua história, seu heroísmo. Mesmo que sejamos brutais, temos motivos para sermos brutais. Assim aconteceu com Gangues de Nova York, onde americanos e irlandeses se matam para conseguir o controle da cidade.

Mas a pura realidade não interessa aos críticos de Hollywood. Violência para contar as origem americanas? Sim! Mostrar a violência quando ela é a realidade? Não!

Por isso que Gangues foi indicado ao Oscar de melhor filme, e Cidade de Deus não foi lembrado pela academia. É assim que a mente daqueles que se orgulham serem mais evoluluídos se enganam e tornam-se ignorantes, achando que aquilo que estão vendo é a história nua e crua. Porque também eles gostam daquilo que assistem.

E só assim os caixas dos cinemas faturam. Vendendo mentiras como se fossem verdades. Para nós, temos que ter cuidado para não cair nessas armadilhas recheadas de comédia, romance, ação e de heróis americanos.
Carlos Eduardo | 01:01 | Deixe seu comentário |
Quinta-feira, Junho 26, 2003

AVISO PRÉVIO



Filosofia é um ato de entrega.

É com a alma que se estuda a filosofia. Em stand by. Ela vai-lhe penetrando os poros, veias, artérias, seu corpo, enfim. Conexões sinapsiais a dentro: "o saber primeiro" servindo também como um poderoso Lexotan.

Vamos nos permitir.
Bárbara RoMa | 13:11 | Deixe seu comentário |
Quarta-feira, Junho 25, 2003
É pensando no texto "quase" de Veríssimo que inicio minha participação neste blog. Blog este que divido com seis pessoas bastante especiais para mim. Cada uma com seu valor e participação na minha história de vida.



QUASE

Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez
é a desilusão de um "quase".
É o quase que me incomoda, que me entristece, que
me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas idéias que nunca sairão do papel
por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna;
ou melhor, não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância e frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir
entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo,
o mar não teria ondas, os dias seriam nublados
e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige, nem acalma,
apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas,
nem que todas as estrelas estejam ao alcance,
para as coisas que não podem ser mudadas
resta-nos somente paciência,
porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória
é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance;
pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio
ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando, vivendo que esperando
porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu!!







É neste fim de noite nublada que paro para pensar no "quase" de Veríssimo. O que esta palavra pode significar na vida de alguém? Muitas vezes deixamos de fazer coisas grandiosas em nossas vidas pelo simples fato de termos medo de encarar a possibilidade do erro. Este companheiro de todas as horas faz com que a gente deixe de acreditar que existe a possibilidade de acerto.

O "quase" existe pelo simples fato de existir o "medo" e a "incerteza". O medo do erro é muitas vezes maior do que a possibilidade da certeza do acerto.

O medo começa pelo fato de nos mostrarmos como nós somos. Se somos frios, se deixamos de olhar nos olhos de alguém, se deixamos de lado nossos sentimentos, nossos sonhos, nossos desejos é porque temos medo do desconhecido e temos medo de como ele vai nos encarar. Temos medo de críticas, temos medo de um olhar. Temos medo também da possibilidade de AMAR. E quando digo AMAR , penso em todos os tipos de AMORES. Amar o simples fato de pode amar. Seja quem,o quê ou como for.

É pensando racionalmente que quase amamos, que deixamos de amar. É sentindo o não sentir, que deixamos de sentir. Penso na possibilidade dos diferentes tipos de romances que o "quase" não nos permite ter com os elementos da vida. E segundo Veríssimo "Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance". Precisamos amar as possibilidades que temos, precisamos acreditar na capacidade que temos e que podemos adquirir com os passos que damos. Temos que ter consciência de que, por mais que exista a possibilidade de erro ( e muitas vezes grande) nós temos que tentar fazer acontecer. Não deixemos que um "quase" leve nossas vidas e sentimentos por água abaixo.

Lembro-me também agora de um trecho de uma música de Adriana Calcanhoto onde ela diz: "Eu gosto dos que tem fome, dos que morrem de vontade, dos que secam de desejo, dos que ardem..." O "quase" faz com que muitas vezes a gente perca a fome e o desejo pelas coisas que nos são importantes. E o pior é pensar que talvez nós não tenhamos fome nem desejo outra vez por coisas tão significativas.

É pensando em tudo isso que vou dormir agora...mas antes digo aos possíveis leitores que... AMEM AS DIFERENTES POSSIBILIDADES. Não deixem que o medo e a incerteza tomem conta de suas vidas... acreditem na essência do "ser". Acreditem no "Eu" de vocês! Não deixem que as possibilidades escapem pelos dedos.



Leia mais sobre Fernando Veríssímo nos seguinte sites.

http://www.releituras.com/lfverissimo_bio.asp



http://www.complete-review.com/reviews/brazil/verisslf.htm



http://oglobo.globo.com/colunas/veriss.htm



http://www.globalnetworkofdreams.com/books/related/lu-eds+fernando+ver-edssimo.php



http://www.secrel.com.br/jpoesia/@lf.html





Eveline | 23:35 | Deixe seu comentário |
Segunda-feira, Junho 23, 2003
Ciência e Comportamento

Costumamos explicar o nosso comportamento cotidiano e a maneira como interpretamos a realidade através de um senso comum, ou um conjunto de crenças e valores pré-concebidos, desprezando a nossa capacidade racional e metódica de investigação, que se traduz na postura científica.
Tomando por base a minha própria experiência de vida e do cotidiano, posso identificar alguns fenômenos os quais, em alguma ocasião passada - ou até no momento atual -, estabeleço uma conexão com a ciência ou permaneço, de outra forma, alheio a esta.
Um dos aspectos mais importantes em minha história de vida foi a influência que sofri da religião e o modo como eu enxergava as coisas antes - e como passei a encarar depois - de me confrontar com o discurso científico.
Primeiramente, eu acreditava que o mundo foi criado e era governado por Deus, no entanto, ao me deparar com teorias biológicas e físicas - a exemplo da teoria evolucionista de Darwin e do fenômeno do big-bang -, passei a questionar o fundamento bíblico da gênesis e todo mito sobre a queda do homem. Também, através de explicações sociológicas e antropológicas, pude averiguar que a nossa cultura ocidental não é a dona da verdade e que existem (e existiram) outras culturas que possuem uma concepção de vida e de mundo totalmente diversas. O casamento é um bom exemplo desta concepção de mundo que a religião cristã sustenta, pois nem toda cultura prima pela monogamia ou pelo patriarcalismo na organização da família.
Saindo um pouco da questão religiosa e partindo mais para a prática da experiência imediata do dia a dia, posso refletir sobre outra questão que foi modificada na minha visão das coisas: a crença na eficácia dos medicamentos farmacológicos. Muitos remédios parecem ter mais um efeito psicológico no sujeito do que propriamente fisiológico, pois, muitas vezes, a crença neste "amuleto" que engolimos ou no discurso do médico - colocado no lugar de um Sujeito Suposto Saber - nos faz conseguir uma cura imediata, para, em outra ocasião, vir a adoecer novamente. Isto prova que os remédios não têm tanto um efeito em si, mas funcionam muito mais pelo valor que o sujeito lhes dá. É certo que em se tratando de doenças causadas por vírus ou bactérias, de fato, temos um organismo estranho dentro de nós, que nos leva a ingerir algum medicamento que possa tratar determinada doença. No entanto, mesmo nestes casos, a reação do organismo de um sujeito que possua uma alta estima e uma fé na sua própria capacidade de defesa e de recuperação é bem mais eficaz do que a de uma situação oposta, onde o sujeito se entrega à doença. Estes argumentos são baseados nas pesquisas feitas nos campos da psicologia, da neurologia e da biologia, entre outras ciências afins.
Um outro exemplo também é o consumo excessivo de vitaminas. Ora, sabemos, através da fisiologia, que nosso organismo só absorve determinada quantidade de vitaminas, eliminando o excedente através da urina. Desta forma, só faríamos gastar mais dinheiro comprando algo que seria desperdiçado e não aproveitado totalmente pelo organismo. Ao me informar sobre este fato, passei a tomar apenas um comprimido de vitamina C quando necessário, pois ainda é mais vantajoso consumir as próprias frutas cítricas que contêm esta mesma vitamina numa quantidade suficiente para o nosso organismo, e, além do mais, é mais saudável e se gasta menos dinheiro.
Por último, voltando às questões sociais e morais, é interessante analisar o conceito de liberdade. O que entendemos por liberdade é sempre associado ao fato do sujeito poder fazer tudo que quiser sem dever nada a ninguém. No entanto, há um limite estabelecido pela sociedade e que deve ser respeitado pelos cidadãos, algo como uma lei imposta pela civilização, que impede o sujeito de ser libertino nos seus atos. Alguns podem associar a liberdade ao fato de poder ter direito ao voto, por exemplo, ou a usar a roupa que bem entender, ou, ainda, a escolher o marido ou esposa com quem se quer casar. Contudo, através do estudo sócio-econômico, podemos constatar que o sujeito só se torna livre à medida que conquista sua independência econômica e financeira, isto é, quando consegue viver com o fruto de seu próprio trabalho; e ainda assim, continuamos sendo produtos do meio em que vivemos e das condições materiais e históricas de nossa sociedade. Por outro lado, a psicanálise, e outras psicologias, nos mostra que ser livre é ser responsável pelo seu próprio desejo, é ter a oportunidade de conhecer a si mesmo e a respeitar o Outro.
Carlos Lyra | 10:11 | Deixe seu comentário |
Domingo, Junho 22, 2003
Lula Ali e seus babões menos Babá

O governo Lula e seus vários babões ali, no poder, estão mesmo dispostos a mostrar aos banqueiros que vai enfrentar, à mão de ferro, os trabalhadores...Ali, também, um tal de Babá parece ser o último dos unicórnios...

No afã de mostrarem quantos são leias chupa saco da elite de plantão, os escrotos petistas além de tentarem desesperadamente impedir uma CPI no Senado sobre o básico desvio de 30 bilhões pelo Banestado (que vergonha!!!), detonam os sem-terra e fodem com o funcionalismo público através da famigerada reforma da previdência!

É meu caro, estamos assistindo ao serviçal governo do PT ficar completamente de joelhos ao Fundo Monetário Internacional, negociando a Alca, e não menos triste, traindo vergonhosamente a memória do sindicalismo combativo brasileiro, que enfrentou com tanto ardor a ditadura militar e os governos neoliberais posteriores. Governo paia esse! FHC deve estar roxo de inveja da subserviência e do neoliberalismo destes canalhas que se diziam adePTos do povo. Mas esse povo, que já não precisa da direção vendida da CUT (pois recentemente, em congresso nacional em São Paulo, impuseram uma votação à favor de todas as medidas privatistas de Lula, incluindo a reforma), começam a se mover ante a teia gigante da realidade. Num coro cantado por 25 mil manifestantes no dia 11 de junho em Brasília, contra a reforma e a retirada da PEC 40, iniciam-se os primeiros sinais de indignação nas ruas: ¿Ó Berzoini, preste atenção, essa reforma é privatização¿! O funcionalismo mostra o caminho, resistindo às políticas criminosas do partido que se dizia dos trabalhadores...

Antes das eleições eu discutia com um amigo sobre o projeto, declaradamente, assumidamente títere de Bush, que Lula cinicamente defendia junto ao seu vice-patrão, José Alencar. Meu amigo não queria acreditar nesta triste historinha, dizia que era uma tática petista somente para ganhar as eleições...agora, meu caro, o sonho acabou e Lula já mostrou a que veio, e não passa de mais um menino de recado do Tio Sam, nojento! o mundo de Palocci, Dirceu, Berzoini e Cia, é o mundo da peleja em salvar um capitalismo agonizante. Eles são seus principais mosquiteiros nesta empreitada de titãs...de uma lado os trabalhadores, a classe que apesar de Habbermas, e outros teóricos babões, existe, e se move...e do outro, a burguesia podre que tem muito dinheiro pra comprar perfumes! Nessa rota, meu caro amigo, não há meio termo, nem duas velinhas (uma para deus e outra para o diabo), e Lula e seus seguidores, oPTaram, pelo segundo caminho...estão na rota dos desvairados para salvar esse pobre capitalismo!

Esse partido, através do governo fantoche de Lula não representa mais a luta das mulheres, dos negros, dos homossexuais, do sindicalismo combativo...esse governo não é nosso!
Fanka | 17:17 | Deixe seu comentário |