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Patativa do Assaré Xilogravura de Francorli, Juazeiro do Norte

Sonhos Claudia Alexandra, portuguesa.

Banho de Lua Claudia Alexandra, portuguesa.
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| Nosso arquivo |
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| Segunda-feira, Junho 28, 2004 |
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Conferências Introdutórias à Psicanálise
Conferência VI ¿ Premissas e Técnica de Interpretação
Nesta conferência, Freud expõe duas premissas que fundamentam a investigação dos sonhos, a saber: 1) que os sonhos não são fenômenos somáticos, mas psíquicos; e 2) que os sonhos são determinados por uma atividade inconsciente. Para Freud, a primeira premissa pode ser demonstrada pelo resultado do trabalho psicanalítico e a segunda premissa já teria sido demonstrada por Liébault e Bernheim no campo dos fenômenos hipnóticos. Freud acreditava haver semelhanças entre o estado hipnótico e o estado de sonho: em ambos retiramos nosso interesse do mundo externo; e no caso da hipnose, o único vínculo externo é com a pessoa que está realizando a hipnose no sujeito. Tendo em vista as duas hipóteses citadas como premissas, Freud apresenta um método para a interpretação dos sonhos: a associação livre de palavras. Este método constitui-se como base para a técnica psicanalítica de interpretação dos sonhos. A partir de uma palavra-estímulo, o sujeito é capaz de derivar uma nova palavra e, através da cadeia de associações consecutivas, chegar ao complexo original que está sendo ocultado. Segundo Freud, portanto, esta é basicamente a fundamentação da técnica psicanalítica da interpretação dos sonhos.
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| Quinta-feira, Junho 24, 2004 |
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movimento
,de tudo quer comer a existência - lombriguenta!;
livros, filmes, festas, reticências
(cobra mordendo próprio rabo - relógio-tempo)~
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| Quarta-feira, Junho 23, 2004 |
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Voltei aqui hoje porque eu não poderia deixar de falar sobre esse filme que eu assisti.
O filme é sinônimo de amor, vida, carpe diem, música e paixão...
"Li uma vez que você vive não sei quantas mil horas e pode resumir tudo de bom em apenas cinco minutos. O resto é apenas o dia-a-dia. Um olhar, uma lágrima que cai, um abraço... Isso é muito pouco na vida. Então, isso vale mais que tudo para mim. Prefiro não acreditar no Day After, no fim do mundo, no apocalipse. "
Cazuza
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| Segunda-feira, Junho 21, 2004 |
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Conferências Introdutórias à Psicanálise
Conferência V ¿ Dificuldades e Abordagens Iniciais
Nesta conferência, Freud inicia o estudo dos sonhos, os quais, segundo o autor, se assemelham às parapraxias e aos sintomas psicopatológicos por possuírem um sentido. Para Freud, os sonhos se caracterizam como sintomas neuróticos, que também ocorrem na vida das pessoas sadias. Em outras palavras, Freud afirma que os sonhos se constituem na via privilegiada de acesso ao inconsciente. Ele chama a atenção para o fato de que, ao investigarmos os sonhos, não podemos ter acesso direto aos mesmos a não ser pelo seu relato, que, na maioria das vezes, expressa apenas alguns fragmentos daqueles. Freud faz referências ao valor atribuído aos sonhos nas diversas épocas históricas, citando exemplos retirados de sua obra mais conhecida, A Interpretação dos Sonhos (1900). Assim, o que a psicanálise se propõe é interpretar os sonhos a partir do relato dos pacientes. Freud afirma ainda que a existência da atividade onírica é um sinal de que há vida mental durante o sono. Neste sentido, podemos ser influenciados, durante o sono, por estímulos externos (ambiente) ou internos (órgãos) que podem provocar a formação de sonhos. Contudo, Freud acredita que esses estímulos não são suficientes para explicar a totalidade dos sonhos. Ele também acrescenta que, freqüentemente, fragmentos de nossas experiências diárias aparecem nos sonhos. Ao final desta conferência, Freud aponta para algumas semelhanças entre os devaneios, ou fantasias, em estado de vigília, e os sonhos.
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| Sexta-feira, Junho 18, 2004 |
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Faz duas semanas que não escrevo aqui. Ultimamente os dias estão ficando mais curtos e as horas, apertadas. Mas, um pouco menos apertado, volto para o meu dia de cinema, com um ogro verde digital invadindo os cinemas do Brasil. Mas sobre ele eu poderei falar em outra ocasião.
O MTV Movie Awards 2004 aconteceu no início do mês e a MTV Brasil irá exibi-lo hoje. Nenhuma surpresa para o prêmio de Melhor Filme. Quem levou o balde de pipoca de ouro (troféu do premio) foi a terceira parte da trilogia iniciada há um pouco mais de dois anos: O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei.
Sempre recheado de shows das bandas do momento, o evento, apresentado pela jovem atriz Lindsay Lohan, contou com as participações musicais de D12 com Eminem, fantasiado de Axl Rose, Yeah Yeah Yeahs e Beastie Boys. Além dos astros Kirsten Dunst, Kate Hudson, Ashton Kutcher, Tobey McGuire, entre outros. Este ano, o Movie Awards tem como tema os filmes de horror, então podemos esperar algum líquido vermelho viscoso.
Bem... como eu já citei os indicados semanas atrás, hoje irei informar os ganhadores do prêmio, que foram selecionados pelo voto do público, pela Internet. Se não quiser saber ainda, aconselho parar sua leitura a partir de agora. Até a próxima semana.
Melhor Filme
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei
Melhor Ator
Johnny Depp - Piratas do Caribe
Melhor Atriz
Uma Thurman - Kill Bill Vol. 1
Melhor Performance Cômica
Jack Black - Escola de Rock
Melhor Elenco nas Telas
Adam Sandler/Drew Barrymore - Como Se Fosse a Primeira Vez
Revelação Masculina
Shawn Ashmore - X-Men 2
Revelação Feminina
Lindsay Lohan - Sexta-feira Muito Louca
Melhor Vilão
Lucy Liu - Kill Bill Vol. 1
Melhor Beijo
Owen Wilson & Carmen Electra & Amy Smart - Starsky & Hutch: Justiça em Dobro
Melhor Seqüência de Ação
Batalha de Gondor - O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei
Melhor Luta
Uma Thurman vs. Chiaki Kuriyama - Kill Bill Vol. 1
Melhor Número de Dança
Seann William Scott - American Pie 3: O Casamento - `Disco Dance Off`
Revelação Transatlântica (categoria exclusiva da MTV Europa)
Martine McCutcheon - Simplesmente Amor
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| Quinta-feira, Junho 17, 2004 |
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Seção DICIONÁRIO
Absoluto
1. Diz-se daquilo que não comporta nenhuma exceção ou restrição; Ex: poder absoluto.
2. Diz-se do que é em si e por si, independentemente de qualquer outra coisa, possindo em si mesmo sua própria razão de ser, não comportando nenhum limite e sendo considerado independentemente de toda relação com o outro. Ex: Deus é o Ser absoluto de quem tudo depende, em relação ao qual tudo é relativo.
3 Independente de toda e qualquer referência convencional. Assim, movimento absoluto é o que não pode ser referido a nenhum ponto fixo no espaço; espaço absoluto é o que é independente dos objetos que o preenchem; tempo absoluto é o que independe dos fenômenos que nele acontecem. Oposto a relativo.
4 Para Hegel, a filosofia kantiana representa o ponto extremo da separação entre o homem e o absoluto. As formas que o espírito assume (formas naturais, históricas e religiosas) se recapitulam e se anulam no e pelo saber filosófico, que se identifica com seu próprio objeto, conseqüentemente, com o saber absoluto. Assim, o absoluto é ao mesmo tempo definido como ser e como resultado, como um racionalismo que unifica o mundo e o pensamento, pois o universo é regido pela razão, sendo as mesmas as leis do pensamento racional e as leis da natureza: ¿o que é racional é real, o que é real é racional¿ (Hegel).
Hilton Japiassú
Danilo Marcondes
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| Segunda-feira, Junho 14, 2004 |
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Conferências Introdutórias à Psicanálise
Conferência IV ¿ Parapraxias (conclusão)
Nesta conferência, Freud conclui suas observações acerca das parapraxias, ou atos falhos, afirmando que as mesmas são atos psíquicos e que se originam de uma oposição, ou interferência mútua, entre duas intenções distintas (uma perturbada e outra perturbadora). Assim, ele reafirma que as parapraxias possuem um sentido, se apresentando, portanto, como fenômenos psicológicos. Freud, mais uma vez, recorrerá aos exemplos de sua obra Psicopatologia da vida cotidiana (1901) para ilustrar os diversos tipos de parapraxias. Ele reúne esses tipos em três grupos, a saber: lapsos de língua (que incluem os lapsos de escrita, de leitura e de audição); esquecimento (nomes próprios, palavras estrangeiras, intenções e impressões); e atos descuidados, extravio e perda. Freud comenta acerca de cada um desses grupos, procurando explicar as peculiaridades dos mecanismos responsáveis pela formação de cada uma das parapraxias especificadas. Conclui sua conferência reafirmando a importância das parapraxias na vida cotidiana, e não somente nos casos patológicos. |
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| Sexta-feira, Junho 11, 2004 |
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| post... |
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| Quinta-feira, Junho 10, 2004 |
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frescura
as partículas todas rondeiras em torno de mim, (eu, o quê, partícula-mor de todas elas?) deles, os átomos aqueles, constituintes de céu, mar, areia (e eu, pasmo, ali?) aos pedaços, aos átomos, (para eu, para quem?) e céus, a natureza! deus, a natureza, Deus, A NATUREZA, por onde não ir em lágrimas em vias de seis horas da manhãs, aonde a chuva, chuva-chuva? confundindo até a linha de separação céu-mar, céu-terra (há tanto cinza) na conjunção matinal: amo mais o mar enquanto molhado farto de chuva.
Enquanto eu, frangote molhado (morto de frio) querendo fazer parte da paisagem, deixo meu corpo estático, naquela nas maiores friezas da manhã, rodando ao som dos mais estúpidos pingos dágua nos coro.
Pertenço àqui, pergunto, dentro mesmo de minha frangotice aguda. Resposta nenhuma não tive, mas que continuou-se.
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| Segunda-feira, Junho 07, 2004 |
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Conferências Introdutórias à Psicanálise
Conferência III ¿ Parapraxias (continuação)
Nesta conferência, Freud continua a explanar acerca das parapraxias, enfatizando ainda mais o seu sentido ou significação, e mostrando como este sentido pode ser elucidado ou corroborado pelas circunstâncias em que o ato falho ocorre, ou pelos acontecimentos subseqüentes à ocorrência do mesmo. Freud, mais uma vez, ilustra sua tese com vários exemplos, principalmente aqueles retirados de sua obra Psicopatologia da vida cotidiana (1901). Freud tenta mostrar que as parapraxias podem ser utilizadas de várias maneiras pelo sujeito e que, em muitos casos, as mesmas aparecem como em substituição ao sentido ocultado ou de forma aglutinada ao sentido original. Estas duas formas de manifestação das parapraxias podem ser, respectivamente, associadas aos mecanismos de deslocamento (metonímia) e condensação (metáfora), que ocorrem na formação dos sonhos.
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| Sexta-feira, Junho 04, 2004 |
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Vc esqueceu de postar...
:*** |
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| Quinta-feira, Junho 03, 2004 |
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Há aproximadamente uma galinha para cada ser humano.
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