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Patativa do Assaré Xilogravura de Francorli, Juazeiro do Norte

Sonhos Claudia Alexandra, portuguesa.

Banho de Lua Claudia Alexandra, portuguesa.
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| Sexta-feira, Julho 30, 2004 |
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| Quinta-feira, Julho 29, 2004 |
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em se tratando, primeira pessoa
Tudo cabe dentro de um relativismo tremendo e eu pararia por aqui se fosse leva-lo tão a sério.
não - ou
uma coisa dita sete vezes pode ser desdita de setecentas formas, ou mais, dependendo do estado de humor dos envolvidos; e tudo se esvai, ficando. E indo, fica, se ex-vaindo. Ou seja: em ficando, esvai, antes mesmo de ex-ir, ou de ir de vex, em se querendo.
as coisas nem são nem não são, nem tam pouco deixarão de ser, enquanto as coisas que quase-não, nem são, hora nenhuma às vezes. a gente querendo, ou não, a gente não querendo saber, a gente nem informando, a gente.
mas o concebível é que tudo passa, na questão do passar. Porque em se tratando da eternidade, é essa a questão mais passageira que tem. E em se passando fica a pergunta do eu-vivente a minha própria existência, em tom de antes desânimo ou checagem, se vivo. Desaforo grande é pouco em se querer saber, o sim, do próprio sim. Porque, do contrário, como partiria do não-existir, para o afirmativo da questão, o ir, que diga, o existir? Confusão, não, é pouco ainda, é o nó, afirmação.
sim.
primeira pessoa, existes, tu? tu, não, eu, no caso, em se me refirindo voltando a mim própria. ou antes, própria pessoa de mim, dirigindo-se a mimesma, pra saber se sim, procede?, procede?, a existência; e entre o sim e o não convoco Descartes pra saber se sou eu mesma quem estou pensando e existindo?, ou se tão colocando minhoca na minha cabeça de prego? Prego, não, posto que humana. Prego não, recuso-me; não aos pregos, de uma forma geral! Invoco-me. Pego ar facilmente. E lá se vai Descartes esbufetado pras profundezas do não-ser heideggeriano, Escatologicamente: a brabeza querendo se livrar da lógica. escatô, escató. E fica tudo por isso mesmo.
talvez
posto que o espírito cartesiano revirou-se do túmulo, cantou, sambou e escatologicou de Kant, na minha presença, por pura falta de matéria palpável pra se chegar a outro tipo factual, ou antes, com uma tremenda dor nas vias uterinas. digo, das minhas - que.
Isso, em se observando, chega-se ao esclarecimento-mor: está tudo, pois, explicado e superficado por isso mesmo.
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| Segunda-feira, Julho 26, 2004 |
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Conferências Introdutórias à Psicanálise
Conferência X ¿ Simbolismo nos Sonhos
Nesta conferência, Freud apresenta o simbolismo dos sonhos como um fator que contribui, ao lado da censura, para a deformação onírica. A interpretação do simbolismo nos sonhos vem somar-se à associação livre de palavras como técnicas disponíveis para a interpretação dos sonhos. Para Freud, há uma ¿relação simbólica¿ entre o elemento onírico latente, que é inconsciente, e o símbolo que ocorre no sonho manifesto. A essência desta relação constitui-se numa comparação. Neste sentido, a quantidade de objetos ou eventos que estão sujeitos a uma comparação desse tipo não é, segundo Freud, tão ampla: o corpo humano, os pais, os filhos, irmãos e irmãs, nascimento, morte, nudez, e algumas coisas mais. No que diz respeito à sexualidade, por sua vez, o simbolismo é bastante rico. Para Freud, os órgãos sexuais masculinos e femininos, bem como a própria relação sexual, podem ser representados de diversas maneiras num sonho. Segundo Freud, ainda, o simbolismo não é algo restrito aos sonhos; pelo contrário, o simbolismo está presente em diversas formas de expressão cultural, que ultrapassam em muito os limites da elaboração onírica. Neste sentido, podemos citar o simbolismo encontrado nos contos de fadas, mitos, anedotas, folclore e costumes populares em geral. Para Freud, a presença do simbolismo nas diversas culturas e costumes é uma prova de sua importância na vida psíquica do ser humano; em outras palavras, ele afirma que o conhecimento do simbolismo é inconsciente. Freud procura exemplificar cada conjunto, ou grupo, de símbolos, atribuindo-lhes um significado, geralmente de origem sexual. Contudo, segundo o próprio Freud, a classificação de tais símbolos é menos um trabalho dos psicanalistas do que de profissionais da mitologia, antropologia, filologia e do folclore.
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| Sexta-feira, Julho 23, 2004 |
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como?
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| Quinta-feira, Julho 22, 2004 |
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| Quarta-feira, Julho 21, 2004 |
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Canção ( Cecília Meireles)
Não te fies do tempo nem da eternidade,
que as nuvens me puxam pelos vestidos,
que os ventos me arrastam contra o meu desejo!
Apressa-te, amor, que amanhã eu morro,
que amanhã morro e não te vejo! Não demores tão longe, em lugar tão secreto,
nácar de silêncio que o mar comprime,
ó lábio, limite do instante absoluto!
Apressa-te, amor, que amanhã eu morro,
que amanhã morro e não te escuto! Aparece-me agora, que ainda reconheço
a anêmona aberta na tua face
e em redor dos muros o vento inimigo...
apressa-te, amor, que amanhã eu morro,
que amanhã morro e não te digo...
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| Segunda-feira, Julho 19, 2004 |
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Conferências Introdutórias à Psicanálise
Conferência IX ¿ A Censura dos Sonhos
Nesta conferência, Freud reafirma que todo sonho possui, em maior ou menor grau, algum tipo de deformação. Freud apresenta a censura dos sonhos como principal agente causador desta deformação onírica. O papel desta censura seria o de omitir, modificar ou reagrupar o material onírico, dando-lhe um aspecto estranho, cheio de lacunas ou deformações que aparecem no conteúdo manifesto dos sonhos. Neste sentido, Freud faz um paralelo entre a resistência e a censura dos sonhos, afirmando que, enquanto a primeira ocorre durante o tratamento psicanalítico de interpretação dos sonhos, a segunda é inerente ao próprio trabalho psíquico de elaboração onírica. Para Freud, os sonhos expressam desejos proibidos, de caráter sexual ou desejos hostis. O ego, durante o sono, é liberado das exigências e compromissos morais para expressar esses desejos proibidos nos sonhos; no entanto, a deformação que encontramos no conteúdo manifesto dos sonhos se faz presente devido a um certo grau de censura, que permanece durante o sono.
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| Quinta-feira, Julho 15, 2004 |
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Sobre bofes e sofás ou sobre os bofes nos sofás ou mesmo o Boff sem sofá ou tanto faz
Sempre que eu leio Leonardo Boff minha mente se inunda de questões paralelas.
uma voz-inha - a ´segunda mente`, diriam - querendo sair pelas brechas, evaporar, vai buscar lá no prazer um subterfúgio qualquer. Cantarola músicas, repete frases prontas, remói situações. Menos Leonardo Boff, corpo estranho: é automaticamente rejeitado.
Até porque, todavia, então, sobretudo, etc, oxe, por que uma disposição de neurônios precisa ir contra si mesmo? Por que o que não é prazer, por quê?! deixa a gente ler o que quiser, deixa, deixa, repete as sinapses-inhas. Fosse satisfazer as vontades dessas vadias eu não saia do eixo Rosa-Cortázar-Hilst-Leminski;
êê..
Mas, voltando ao Boff e as questões paralelas que sempre cabem, fhh, nas brechas do que ele escreveu até agora, no que concerne, claro, aos registros que fizeram esses meus dois olhos, que, também, não condiz com olhos restritamente da crítica vigente.
Abre parêntesis.
Leonardo Boff
é o Paulo Coelho da Filosofia?
é filósofo?
é afetado por natureza? (ou pela igreja?)
é o encarregado celestial de dizer aquilo que todos já sabemos?
é o prometido?
é o o o?
Fecha.
E meu desafio pessoal não é outro senão lê-lo com olhos amenos; porque a humanidade precisa daquilo tudo que ele, super-politicamente correto, defende. Aliás, a humanidade toda já deveria saber pra nem precisar constar: da responsabilidade/respeito/cuidado para com o outro/ para com a terra, da consciência ecológica. Mas se não sabe, ou finge que não, aí é que está o emprego de Boff: dizer, dizer, dizer.
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| Segunda-feira, Julho 12, 2004 |
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Conferências Introdutórias à Psicanálise
Conferência VIII ¿ Sonhos de Crianças
Nesta conferência, Freud apresenta alguns exemplos de sonhos de crianças retirados de A Interpretação dos Sonhos (1900). Para Freud, estes sonhos são mais fáceis de entender, uma vez que possuem muito pouca, ou quase nenhuma, deformação onírica. Isto implica em dizer que nenhuma técnica é necessária para interpretar estes sonhos, devido à sua clareza intrínseca. Segundo Freud, a função dos sonhos é garantir o sono, conciliando o desejo de dormir com os estímulos psíquicos que perturbam o sono. Freud também afirma que os sonhos são atos psíquicos dotados de um sentido, cujas principais características são: a realização de desejos e a vivência alucinatória. Para Freud, o que diferencia um sonho infantil do sonho adulto é o grau de deformação onírica. Nos sonhos das crianças é como se o conteúdo manifesto coincidisse com os pensamentos oníricos latentes. Por fim, Freud expõe outros casos de sonhos não-deformados, os quais, assim como os sonhos de crianças, podem ser identificados como realizações de desejos. Estes sonhos a que Freud se refere são aqueles advindos de necessidades corporais tais como: fome, sede e impulso sexual. |
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| Sexta-feira, Julho 09, 2004 |
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| Quinta-feira, Julho 08, 2004 |
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Éticas da imanência e transcendência
(resumo)
(Hildemar de Araújo Bezerra)*
· Éticas da imanência
A característica a qual dá base a essas éticas é o princípio de realidade.
O princípio de realidade como negação (limitação) de qualquer transcendência que fundamente a ação é justamente (para o indivíduo) a aceitação dos fatos empíricos correntes e contextualizados no presente de uma vida, os quais são as únicas condições que nos é dada. Isto quer dizer: os próprios desejos do homem; uma inegabilidade perante os valores postos; as instituições com suas leis postas; o contexto histórico o qual envolve uma compreensão do mundo atual; em suma, uma aceitação da vida (do real) em todas as suas dimensões, isto é, aceitar a suficiência da realidade e agir com os pés no chão (hic et nunc, seu único imperativo ).
Dois filósofos que vão reger também suas éticas a partir deste princípio são: Marcel Conche e Clement Rosset. Estes partem, antes de tudo, da aceitação da realidade enquanto esta mostra seu lado mais sombrio e cruel . Tal consideração tem como pano de fundo as guerras da primeira metade do século XX , as quais morreram milhões de pessoas, e que para tal fato, não há nenhuma justificativa metafísica. Nessas éticas o mal, o irracional, o sem sentido e o absurdo são considerados na sua mais extrema crueza. Tais fatos são a própria realidade inegável; não há nenhuma fuga perante ela. Mas o que parece, nesses dois autores, totalmente pessimista, não é nada mais do que a aceitação dos fatos tais como se mostram. Mas diante disso, o que fazer? Na medida do possível buscar alguns prazeres, e isso também é um critério de felicidade. A partir disso tudo se conclui que uma ética não pode deixar de considerar tais fatos e lançar-se em construções metafísicas, as quais partem de princípios que estão fora da realidade (fora do limite do contexto da ação e do sentido que esta carrega).
· Éticas da transcendência
Nessas éticas o sentido da ação está fora do contexto da ação, isto é, existem modelos (fundamentos em princípios) que orientam a ação.
E é justamente aqui que está a sua caracterização, pois tais princípios pretendem-se universais, sempre extrapolando o real dado: o contexto e o momento da ação tanto como a projeção numa entidade supra-sensível que fundamenta a ação; como é o caso de Levinas e Hans Jonas. Ambos os autores fundamentam suas éticas num princípio de consciência da responsabilidade. Em Levinas, tal responsabilidade é para com o outro individual e, quem dá essa consciência ao o homem é Deus (a transcendência). A própria essência do homem é de origem divina (o homem é a imagem e semelhança de Deus), de modo que fazer o bem ao outro (um cuidado como o outro) é experienciar o sagrado e é da própria vontade de Deus (que dá o sentido de nossas ações). De um outro modo, Jonas estendeu tal responsabilidade. Esta agora é para com o outro coletivo numa perspectiva das gerações futuras.
Em suma, as éticas da transcendência buscam fundamentações em princípios que ultrapassam os limites do princípio de realidade.
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* O autor tem 21 anos, mais ou menos, certamente gosta de pipoca bokus, usa óculos e mora em Natal com certeza, cursa Filosofia na UFRN e paga Tópicos Especiais de Ética - disciplina em que sou monitora às sextas. Maiores informações no hildemar_araujo@zipmail.com.br
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| Segunda-feira, Julho 05, 2004 |
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Conferências Introdutórias à Psicanálise
Conferência VII ¿ O Conteúdo Manifesto dos Sonhos e os Pensamentos Oníricos Latentes
Nesta conferência, Freud começa a utilizar mais propriamente a descrição ¿inconsciente¿ para se referir aos sonhos. Reafirma o método da associação livre, indicando três regras que devem ser seguidas na técnica de interpretação dos sonhos, a saber: 1) Não devemos nos preocupar com a clareza, confusão, obscuridade daquilo que o sonho parece nos dizer, uma vez que este pode não ser o material inconsciente que desejamos encontrar; 2) Devemos focar nossa atenção à recordação, através da associação livre, dos substitutos de cada elemento do sonho, sem refletir sobre eles, nem nos perturbar com o sonho em si; 3) Devemos esperar que o material inconsciente surja de forma espontânea no decorrer das associações. Freud estabelece, portanto, uma distinção entre aquilo que é sonhado, o que ele chama de conteúdo manifesto dos sonhos, e a cadeia de idéias que estão por trás de cada elemento do sonho, que ele denomina de pensamentos oníricos latentes. Apesar da aparente simplicidade da técnica de interpretação dos sonhos, Freud apresenta um forte obstáculo à realização da mesma: a existência de objeções dirigidas à interpretação do sonho realizada pelo analista, o que Freud chama de ¿resistência¿. Segundo Freud, este fenômeno deve ser levado em conta no processo analítico como uma defesa, e seu grau varia em situações diferentes. Freud recomenda que sigamos a regra técnica fundamental da psicanálise: pedimos para que o analisando não nos oculte nenhuma idéia que por ventura surgir durante a associação livre, mesmo que esta idéia pareça sem sentido, sem importância, irrelevante, ou desperte um sentimento negativo como vergonha ou pudor. A seguir Freud apresenta alguns exemplos de interpretação de sonhos retirados de sua obra A Interpretação dos Sonhos (1900).
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| Sexta-feira, Julho 02, 2004 |
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Mais uma notícia triste para o cinema, mas é assim como a vida é...
Marlon Brando morre aos 80 anos
LOS ANGELES, 2 jul (AFP) - O ator Marlon Brando morreu esta quinta-feira, aos 80 anos de idade, em Los Angeles, anunciou o canal Fox News, .
O advogado de Brando, David Seeley, confirmou a notícia, mas mas não deu detalhes sobre as causas da morte de seu cliente.
O controvertido astro hollywoodiano vivia há anos recluso em sua residência, em Los Angeles, e apesar de todo o sucesso em sua carreira artística, em seus últimos anos de vida enfrentou muitas dificuldades financeiras.
A dramática vida de Brando foi marcada por grandes sucessos e muitas tragédias, incluindo o suicídio de sua filha Cheyenne e o julgamento de seu filho Christian, acusado de ter assassinado o namorado da irmã em 1990.
Nascido em abril de 1924, em Omaha, no estado de Nebraska, Brando virou o ídolo de sua geração por suas interpretações em filmes como "O selvagem" e "Uma rua chamada pecado".
Brando ganhou o Oscar de melhor ator por "Sindicato de Ladrões" e por seu papel de Don Corleone em "O poderoso chefão".
Conhecido por sua imagem rebelde, sedutora e seus inúmeros romances, Brando se encontrava muito obeso nos últimos anos.
Brando confessou, em uma entrevista em 1990, ter sofrido uma decadência física devido ao estresse de estar constantemente sob a mira do público.
"Sofri muita miséria em minha vida por ser famoso e rico", afirmou na ocasião.
Brando teve pelo menos onze filhos com três ex-esposas e com várias outras mulheres que passaram por sua vida.

Fonte: UOL Diversão e Arte |
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| Quinta-feira, Julho 01, 2004 |
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Dentro da filosofia, a Ética. Dentro da Ética, a Bioética. Há de se procurar saber dos princípios que mantenham uma vida decente.
Mentes que pensam em prol da humanidade. São os filósofos de hoje, os Aristóteles que evoluíram com a pressa da hiperatividade tecnológica dos últimos cinqüenta anos. Não há espaço pra afetações existencialistas no rol da utilidade. É a vida que urge em praticidade e requer medidas palpáveis.
A palavra é BIOÉTICA. Que vem do grego bios (vida) e ethike (ética). E Ética, que vem de éthos ¿ conduta, hábito ou comportamento. Bioética sendo uma ética voltada para a vida. E a vida, a humanidade. Não um umbigo, mas vários, muitos, todos. Os caules das árvores, a água dos rios, menino, plantinhas. Há de se ter consciência. Para com o próximo, o próximo do próximo, a casa. Digo, o meio ambiente. E como recheio, no final das contas, uma vida - vivível.
e tudo.
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